![]()
![]()
Blogger
|
Sábado, Junho 24, 2006
OBRIGADA VERI
OBRIGADA LINDINHAAA
BEIJOS MINHA LINDA ADOREI SEUS PRESENTES. HUHUHUHUHUHU!!!!
Domingo, Junho 18, 2006
(Qualquer semelhança com seres humanos que você conheça, pode não ser coincidência...) Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás. Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo. A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada. A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição , dedicação e carinho.Assim,todos os dias ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso. Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso. Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil. Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto. E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali. ¿ Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu. - Ah, é você então o famoso cavalinho? ¿ Famoso, eu? - É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. ¿ Mas afinal, qual borboleta que você está procurando? - É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos. ¿ Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo. ¿ Morreu? Como foi isso? - Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice. Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém. Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você. Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento. - Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu. ¿ E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias? - Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte: Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui. "Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas". Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência, não culpe ninguém por isso, afinal muitas vezes, foi você mesmo que o colocou no seu dorso. (anônimo) Meiga
Segunda-feira, Junho 12, 2006
A pessoa que ama é espontânea, ela não tem necessidade de ser perfeita, apenas humana. Se você sente amor em seu coração, deixe que os outros conheçam os seus sentimentos. Liberte suas emoções, não viva no passado, ele só tem valor porque fez de você, o que você é hoje. Viva no agora! Quando estiver comendo, coma. Quando estiver falando, fale. Quando estiver olhando, olhe. Quando estiver amando, Ame pra valer! E perceba a beleza de cada momento. Não devemos ter medo de mostrar todas as nossas emoções. O amor é como um espelho, quando você ama alguém, se transforma no espelho dela e ela no seu. O amor verdadeiro somente cria, nunca destrói. Ele tem os braços abertos. Se você fechar os braços para o amor verá que está apenas abraçando a si mesmo e isolando-se no mundo, descobrindo o sentimento de solidão. Jamais reprima os seus sentimentos, do contrário jamais tornarão realidade. Se você quer dar uma risada, dê uma gargalhada. Se quiser gritar, desabafe. Se você quer amar, ame com todas as suas forças! Só assim você achará a verdadeira felicidade! Isso não é um poema de amor, é sobre você, e sobre quem um dia se expôs, para tocar o coração de alguém... Lionardo Fonseca Paiva Meiga
Segunda-feira, Junho 05, 2006
Ah, se o meu coração pudesse optar Entre estar em mim ou em ti! Se os meus olhos pudessem estar contigo E o meu olhar aprisionado a ti Mostrasse o caminho a seguir. Pudesses vê-lo, pleno de ti, Abririas teu coração em pequenos flocos Para guardar pequenos beijos Que quero te dar Ah, seria bom! Seria bom, não fosse eu tão resistente às prisões Mas o teu cerco é forte Vem com a paz que acalanta a alma Leva-me contigo Eu vou. Carlos Gildemar Pontes Meiga
Meiga
|